Retrospectiva 2016

Hello, loves!

Agora sim. É oficial. Aquela velha história que você já conhece – carnaval acabou, ano começou. Pensando nisso, resolvi compartilhar com vocês um texto que escrevi pensando em mim – sobre o que representou o ano de 2016 na minha vida  – mas que, com certeza, também é a história de tantas outras mulheres.

No dia das mulheres recebi uma mensagem com uma sacada genial (eu amo a internet) que dizia assim: “Ele pensou que ela fosse uma donzela, presa na torre mais alta. Mal sabia que ela era dona do castelo, do dragão e de si mesma”. É isso que eu desejo pra nós, mulheres, que sejamos cada dia mais livres pra pensar, agir e ser quem somos. 

O que escrevi traz muito à tona essa liberdade tão sonhada por nós, mulheres. Já adianto: é um caminho árduo, permeado por medos e inseguranças. Não é um caminho trilhado da noite pro dia, nem de ano pra outro. É busca constante, permanente, que se põe à prova todos os dias. Somos testadas no trabalho, em casa, na faculdade, na academia – precisamos ser as melhores mães, namoradas, mulheres, amigas, profissionais (…) mas precisamos mesmo? 

 Compartilho e espero que conforte o coração de muitas que, assim como eu, precisarão ir muito além do que se vê:

“2016. O ano que em que quebrei padrões, enfrentei medos, me despedi de velhos hábitos e permiti que o novo, enfim, se aproximasse de mim. 
Foi esse o ano em que caminhei, cada vez mais, em direção à minha verdadeira essência e não ao que os outros esperavam de mim. 
Depois de anos de análises fracassadas, a melhor escolha foi quando decidi, finalmente, apostar todas as fichas em mim (e só em mim). Só agora fui capaz de compreender a beleza e a libertação na solidão — sem necessariamente me sentir só. 
Aprendi a carregar comigo apenas o essencial — na bolsa e na vida. 
Percebi que a grande e única sacada para as crises de ansiedade é a respiração consciente.

Me dei conta de que a felicidade mora na simplicidade — e que os melhores momentos não são registrados nas fotos e redes sociais, porque os melhores momentos são reais demais: pés descalços, cabelos bagunçados e rosto lavado. 
Descobri que o caminho para a paz não estava nos livros de auto-ajuda da minha estante, mas na minha fé em Deus e confiança na vida. 
Só agora entendi que viver a vida é também se permitir — e que, às vezes, simplesmente fazer o que se quer, sem calcular riscos e prejuízos, é essencial para manter a nossa sanidade. 
Aceitei que, inevitavelmente, toda escolha traz consigo uma renúncia — e essa é a única forma para seguir em frente.

Fiz do meu corpo um verdadeiro templo — aprendi a me amar incondicionalmente como sou. Agora, a prioridade é o equilíbrio, e não mais a busca obsessiva por um corpo sempre perfeito. 
Fui mais feliz quando aprendi a aceitar as coisas como elas são e não como queria que fossem. 
A verdade é que não tem nada mais incrível do que acordar todos os dias pela manhã e ser infinitamente grata por tudo, tudo. “

Fotografia: Isabella Müller

 Beijos no coração, amores!
Lu
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